segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

SUGESTÕES DE FILMES - DEFICIÊNCIA FÍSICA



DEFICIÊNCIA FÍSICA

1. Ferrugem e Osso
2. Espíritos Indômitos
3. Amargo Regresso
4. Carne trêmula
5. Feliz ano velho
6. Nascido em 4 de Julho
7. O óleo de Lorenzo
8. O Homem Elefante
9. The Other Side of the Mountain – Uma janela para o céu (Parte 1 e 2)
10. Dr. Fantástico
11. Johnny vai à guerra
12. Meu pé esquerdo
13. Inside I’m Dancing
14. The Best Years of Our Lives
15. Mar Adentro
16. Murderball
17. As sessõoes
18. Intocáveis
19. Gabi, uma história verdadeira.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

19 SUPER FILMES SOBRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/COGNITIVA

DEFICIÊNCIA INTELECTUAL/COGNITIVA

1. City Down
2. Forrest Gump, o contador de histórias
3. Gaby, uma história verdadeira
4. Gilbert Grape – Aprendiz de sonhador
5. Meu filho, meu mundo
6. Benny & Joon: Corações em conflito
7. Dominick and Eugene (Nicky and Gino)
8. O Enigma de Kaspar Hauser
9. O guardião de memórias
10. O oitavo dia
11. Simples como amar
12. Uma lição de amor
13. Shine – Brilhante
14. Mozart and the Whale (Loucos de amor) (en)
15. O óleo de Lorenzo
16. Eu me chamo Elisabeth
17. Inside I’m Dancing (en)
18. Meu nome é Radio
19. O Primeiro da Classe (Front of the class / Síndrome de Tourette)

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

17 FILMES SOBRE DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Oi Pessoal. 

Separei vários filmes sobre diversos temas.

Cada mês é um tema diferente.

Eles são ótimos e recomendo.

Abraços para todos

Lidiane Leite 


DEFICIÊNCIA AUDITIVA

1. A música e o silêncio
2. Filhos do silêncio (Children of a lesser God, 1986)
3. Adorável professor (Mr.Holland’s opus)
4. O piano
5. O país dos surdos
6. The Dancer
7. Black
8. O filme surdo de Beethoven
9. O segredo de Beethoven
10. Los amigos
11. Querido Frankie
12. Tortura silenciosa
13. And Now Tomorrow
14. Cop Land
15. And Your Name Is Jonah
16. Sweet nothing in my ear
17. Personal Effects

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

BRINCAR DESENVOLVE MUITO MAIS QUE UM BRINQUEDO

 Coordenadora Pedagógica Lidiane  Leite explica que brinquedos  ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas prejudicam o  desenvolvimento infantil das crianças.

De acordo com a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, a brincadeira é, de fato, a maior forma de aprendizado para crianças entre os zero e seis anos. “Proporcionar momentos lúdicos ajudam a criança a crescer de forma estruturada, divertida e confiante. Ter apenas brinquedos que piscam, giram e fazem tudo sozinhos dificulta o uso da imaginação e do pensamento analítico. Acredito que quanto menos brinquedos a criança tiver melhor vai ser porque ela vai passar mais tempo com uma quantidade menor de objetos e, consequentemente, vai trabalhar muito mais o foco e a concentração. ”, ressalta.

A coordenadora Lidiane Leite diz que através do brincar, a criança experimenta situações, organiza suas emoções e processa informações.  ”Acredito que o brincar desenvolve muito mais que o brinquedo, ou seja, qualquer objeto pode virar brinquedo e entreter as crianças por horas. Uma criança  acostumada com brinquedos ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas terão dificuldades no seu  desenvolvimento infantil. Elas talvez não vão ver em um rolo de papel higiênico uma possível luneta ou um canhão. Em muitos brinquedos as crianças não precisam fazer nada, apenas apertar um botão e o boneco pula, dança, acende luzes… E a criança só fica, assistindo, sem qualquer interação.“

Segundo a coordenadora Lidiane Leite é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar desde pequena movimentos de mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha melhor habilidade para utilizar lápis. Acredito que o trabalho com motricidade refinada proporciona à criança, passar pelo processo de alfabetização com muito mais facilidade e desempenho e torna elas muito mais independentes e evoluídas. Entretanto, o ato de brincar é muito mais do que um momento de descontração e divertimento para as crianças. Ele é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança.

Para a coordenadora, é muito importante dosar o uso dos aparelhos eletrônicos e da Internet para que as crianças tenham outras alternativas de lazer, como esporte, música e cultura.“ Muitos pais acreditam que seus filhos, estando em casa, na frente do computador, estão seguros. Mas isso não é verdade. A Internet mal usada é perigosa. Entretanto, proibir não é educar.  Os pais devem conversar com seus filhos, com uma linguagem adequada que algumas pessoas não são confiáveis, mesmo no mundo virtual."

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite, lembra ainda que para cada idade, existem tipos de brinquedos e brincadeiras especiais. O importante é observar a fase em que a criança está e quais habilidades ela está desenvolvendo, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível. Sugiro sempre olhar as informações além da indicação da faixa etária na embalagem, ou seja, logo depois de tirar o brinquedo da caixa: sacudir, balançar, ver se não tem nada caindo ou se tem partes pontiagudas ou que se soltam. Se  o acesso das pilhas e baterias estão totalmente fechado com parafusos, também se a tinta dos brinquedos não podem descascar futuramente e sempre lavar e fazer uma revisão dos brinquedos.

http://blogjornaldamulher.blogspot.com.br/2016/10/brincar-desenvolve-muito-mais-que-um.html

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Nove dicas para ter mais autoridade com seu filho

Especialista explica a importância e ensinar pelo diálogo ao invés da punição
Quando o assunto é a educação dos pequenos, todos ficam em dúvida. Pior: ao presenciarem um ato de desobediência, a raiva é instantânea e os gritos são a primeira reação. Entretanto, é possível ensinar e educar sem punir. “As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. Quando você pede, diz e deixa a distância emocional fazer o trabalho, as crianças rapidamente aprenderão que quando os pais pedirem que eles façam algo – ou que parem de fazer algo – eles não tem alternativa a não ser fazer o que os pais estão pedindo”, afirma Lidiane Leite, pedagoga de São Paulo (SP).
De acordo com a especialista, a chave é não confundir autoridade com autoritarismo para obter o respeito das crianças. “Os pais devem dialogar com o filho sempre que ele tiver uma atitude inadequada e mostrar porque aquele comportamento não foi bacana. Os pais, portanto, terão que ter paciência e explicar o que pode e o que não pode várias vezes – e sempre cobrar o comportamento que se espera que as crianças tenham”, explica. Para se ter uma ideia, as crianças que são punidas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. Diante disso, as crianças precisam de regras claras, objetivas colocadas com segurança, com amor e no momento certo. Lidiane Leite recomenda nove instruções para lidar melhor com as crianças. Veja abaixo!
  1. Estabeleça regras e faça os combinados claros.
  2. Mostre que tudo na vida têm consequências.
  3. Converse com seu filho, explique o porquê do não.
  4. Reforce o bom comportamento.
  5. Seja firme e carinhoso ao mesmo tempo.
  6. Aguente a frustração e choro dos seus filhos.
  7. Peça uma vez só e não se explique demais.
  8. Não dê mais de um aviso e não adule e nem suborne.
  9. Não grite, ameace e nem puna.
http://www.revistapenseleve.com.br/bem-estar-destaque/nove-dicas-para-ter-mais-autoridade-com-seu-filho/

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O estudo do piano e o desenvolvimento da motricidade

O estudo de um instrumento musical, como o piano, desenvolve diversas habilidades na criança, desde um maior raciocínio lógico a um maior sentido de organização. Mas não são apenas habilidades intelectuais e sociais as favorecidas com as atividades musicais.
A motricidade, ou seja, o conjunto de funções nervosas e musculares que permite os movimentos voluntários ou automáticos do corpo, é extremamente beneficiada com o estudo de música desde a mais tenra idade.
O desenvolvimento psicomotor é fundamental para o crescimento do bebê e da criança. Como se sabe, nos primeiros anos de vida, grande parte da informação é obtida por meio das experiências que os pequenos têm com o próprio corpo.
O desenvolvimento da motricidade, portanto, é essencial para a interação da criança com o meio e acontece, por exemplo, quando ela se relaciona com objetos e usa ferramentas nas atividades diárias.
Seja pelo movimento, pelos estímulos ou pela interação com os objetos, com os outros e com o meio, a criança descobre, interpreta e compreende o mundo, ao mesmo tempo em que desenvolve suas capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais.
O estudo da música, nesse sentido, seja por meio da musicalização infantil ou do estudo dedicado a um instrumento musical, trabalha a motricidade e desenvolve na criança dois grandes aspectos:
1 – Motricidade grossa – relaciona-se com o controle corporal: postura, equilíbrio estático e dinâmico, deslocamentos e balanços;
2 – Motricidade refinada – relaciona-se com os movimentos que exigem maior precisão como coordenação olho-mão e destreza para manipular objetos. É a maneira como são usados braços, mãos e dedos de forma precisa, de acordo com a exigência da atividade.
Por meio do movimento e da dança ao som da música, assim como pela aprendizagem de um instrumento musical, a criança desenvolve a sua motricidade grossa e fina, respectivamente.

Como o piano pode estimular a motricidade?

Segundo a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada até mesmo antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar pequenos movimentos de mãos e dedos de forma que, futuramente, ela tenha melhor habilidade para utilizar o lápis, por exemplo”, diz a profissional.
“O trabalho com motricidade refinada proporciona à criança passar pelo processo de alfabetização com muito mais facilidade e melhor desempenho, e as torna muito mais independentes e evoluídas”, conclui.
O desenvolvimento dessa habilidade pode ser realizado, portanto, por meio do estudo do piano, atentando-se para a faixa etária da criança e a fase em que está em seu desenvolvimento, tanto psíquico quanto musical. Não são poucos os exemplos de exímios pianistas que iniciaram seus estudos ao instrumento já a partir dos 3 ou 4 anos de idade.
Estudos revelaram que, ao comparar cérebros de músicos e não músicos, os primeiros apresentam maior quantidade de massa cinzenta, em particular nas regiões responsáveis pela audição, pela visão e pelo controle motor.
Segundo Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (Estados Unidos), e Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), tocar um instrumento exige muito da audição e da motricidade fina e essa prática faz que o cérebro funcione “em rede”. Isso, obviamente, cria um maior número de sinapses e contribui para uma maior rapidez de raciocínio e reflexo a estímulos.
Por conta da necessidade de exercitar e desenvolver a motricidade refinada para tocar um instrumento musical, quem se dedica a essa atividade, geralmente, apresenta muito mais coordenação na mão não dominante do que outras pessoas. Isso facilita a realização de atividades em que essa prática é necessária, ou seja, em trabalhos que exijam precisão e controle, desde a simples digitação até práticas médicas como cirurgias.

http://blog.fritzdobbert.com.br/tudo-sobre-piano/o-estudo-do-piano-e-o-desenvolvimento-da-motricidade/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

SEU FILHO FAZ XIXI NA CAMA?

O melhor caminho é observar as circunstâncias que podem estar desencadeando o fato e orientar o filho sobre como usar o banheiro, intervalos regulares para urinar, ingestão de líquidos etc.

“Percebo que muitos pais acabam tratando a adversidade de modo equivocado, por falta de conhecimento”, pontua a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, do colégio Machado de Assis, em São Paulo (SP). “Sempre digo que os filhos não têm culpa: não são ‘preguiçosos’ ou ‘sem-vergonha’. Puni-los ou brigar com eles só os deixarão mais angustiados e desencadear um sentimento de inferioridade e a diminuição da autoestima”. Para ela, a circunstância demanda mais amor, atenção, tolerância e ajuda para ser superada.

Reforço positivo

“Aos poucos, eles vão aprendendo o processo de higienização da cama, o funcionamento do toalete e a importância de urinar no local correto, mas tudo tem seu tempo”, ressalta. A profissional recomenda, portanto, que eles não sejam levados para dormir junto com adultos depois de constatado algum “escape” à noite. “Pois isso pode funcionar como uma recompensa, e acabar por condicioná-los de forma errada”. Falar sobre o assunto é o melhor caminho a ser adotado: como meio de enfatizar que eles estão crescendo e entrando em uma nova fase, na qual há uma série de eventos diferentes, os quais podem realizar por si próprios.

http://www.daquidali.com.br/vida-pratica/seu-filho-faz-xixi-na-cama-especialistas-contam-como-acabar-com-o-problema/

segunda-feira, 8 de maio de 2017

10 ideias simples para montar um quarto montessoriano

Em um quarto montessoriano, os objetos, brinquedos e até cama devem estar ao alcance da criança

A filosofia de ensino criada pela italiana Maria Montessori vai além das salas de aula. “Ela valoriza todos os ambientes que incentivam experiências, descobertas e sensações”, explica Lidiane Leite, coordenadora pedagógica do Colégio Maria Montessori, em São Paulo. No quarto infantil ao estilo montessoriano, a ideia é enfatizar a estética lúdica, já que o aprendizado e a conquista de autonomia também se dão por meio de brincadeiras. Para estimular o desenvolvimento, tudo fica ao alcance da criança e ela fica livre para se locomover em um espaço que é seu.

Fontes: Edimara de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia e Lidiane Leite, coordenadora pedagógica do Colégio Maria Montessori, em São Paulo.

Sem berço
O objetivo é priorizar a liberdade com segurança. Um colchão no chão ou uma cama baixa permitem que a criança se movimente facilmente e explore o espaço. "Decidir se vai ficar na cama ou engatinhar, pegar ou não um objeto, ouvir e produzir sons: escolher é uma ação que deve ser vivida desde os primeiros meses de vida", afirma Edimara de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
compartilhar

Diversão fácil
Prateleiras acessíveis aos pequenos ou baldes plásticos coloridos podem organizar brinquedos e livros. A recomendação é que se faça rotação dos objetos oferecidos para que surjam novas descobertas. Até seis brinquedos diferentes por vez são suficientes.
compartilhar

Piso fofinho
O tapete proporciona conforto e também funciona como mais um item para experiências sensoriais. O mais prático é montá-lo com placas de EVA, pois são simples de limpar, macias e estampadas em tons alegres.

Reflexo no espelho
Mais um item que estimula a curiosidade, o espelho deve ser fixado na altura da criança. Ela aprende a enxergar seu corpo e a se reconhecer. O melhor modelo, sem risco de quebrar e machucar, é o de acrílico com bordas arredondadas.
compartilhar

Barra de apoio
Para os que ainda estão aprendendo a andar, a barra de apoio faz diferença. Há diversos modelos em lojas de construção ou é possível improvisar utilizando um varão firme de cortina bem preso à parede. Também dá para pendurar brinquedinhos na barra para a criança puxar.
compartilhar

Gavetas para serem fuçadas
Assim que a molecada tiver condições de escolher as próprias roupas, as peças podem ficar em um local de acesso fácil, como uma cômoda baixinha ou até mesmo em estantes feitas de caixotes de madeira. Tudo é pensado para que os filhos aprendam a se virar sozinhos.
compartilhar

Brinquedos reciclados
A garotada se diverte com coisas singelas, até mesmo panelas (ótimos tambores) e frascos inquebráveis (dão chocalhos incríveis). O que já existe em casa pode se transformar em brinquedo. Na decoração do quarto dos bebês, o enfeite da maternidade serve de quadro, dobraduras de papel ou bandeirolas de sobras de tecido compõem móbiles e adesivos recortados viram bichinhos na parede.

Sem excesso de decoração
Um ambiente adequado é tido como meio para incentivar o aprendizado. Mas isso não significa deixá-lo repleto de enfeites, cores e brinquedos. O excesso gera confusão. Privilegie base neutra na decoração e poucos móveis a fim de sobrar espaço para circulação e, sobretudo, para a imaginação.
compartilhar

Se irmãos de idades diferentes compartilham o quarto, vale a pena buscar atender às etapas de desenvolvimento de cada um, distribuindo os itens e brinquedos em estantes que correspondam ao tamanho de cada.

Iluminação gostosa
Janelas que proporcionam doses generosas de luz e ventilação deixam o quarto mais acolhedor e saudável. E nada melhor para regular o sono das crianças do que ritmo da iluminação natural.

https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/10-ideias-simples-para-montar-um-quarto-montessoriano.htm

segunda-feira, 3 de abril de 2017

9 DICAS PARA EDUCAR UMA CRIANÇA

É possível mudar o comportamento das crianças através de conversas claras e de muito amor.

De acordo com a pedagoga Lidiane Leite, não adianta ter raiva e gritar na hora em que a criança estiver desobedecendo. É possível ensinar e educar sem punir. O segredo é conversar."As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação.", explica. "Quando você pede, diz e deixa a distância emocional fazer o trabalho, as crianças rapidamente aprenderão que quando os pais pedirem que eles façam algo – ou que parem de fazer algo – eles não tem alternativa a não ser fazer o que os pais estão pedindo”, ressalta.

A pedagoga diz que a criança deve saber que o limite faz parte da vida e não tem a ver com afeto."Tentar impor o limite através do grito ou da agressão não dará nenhum respeito aos pais. As crianças não precisam de “amigos” e nem de “tios”, elas precisam de pais e de professores que não confundam autoridade com autoritarismo. Se o adulto começa a falar mais alto que a criança, está descendo ao mesmo comportamento e a relação entre ambos deixa de ser vertical. Os pais devem dialogar com o filho sempre que ele tiver uma atitude inadequada e mostrar porque aquele comportamento não foi bacana. Os pais, portanto, terão que ter paciência e explicar o que pode e o que não pode várias vezes – e sempre cobrar o comportamento que se espera que as crianças tenham. "

Para a pedagoga, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. "A punição deve ser usada como último recurso. Acredito que a culpa é a pior causa da falta de autoridade dos pais, que se tornam permissivos por se sentirem ausentes". A pedagoga, lembra ainda que As crianças precisam de regras claras, objetivas colocadas com segurança, com amor e no momento certo. É preciso se ater à qualidade dos momentos vividos com as crianças, e não à quantidade de tempo. 

A pedagoga Lidiane Leite recomendou essas 9 dicas para lidar melhor com as crianças.

1 - Estabeleça regras e faça os combinados claros
2 - Mostre que tudo na vida têm consequências
3 - Converse com seu filho, explique o porquê do não 
4 -  Reforce o bom comportamento
5 - Seja firme e carinhoso ao mesmo tempo
6-  Aguente a frustração e choro dos seus filhos
7 - Peça uma vez só e não se explique demais
8 - Não dê mais de um aviso e não adule e nem suborne
9 - Não grite, nem ameace e nem puna 


A pedagoga Lidiane Leite afirma que se nenhuma das ações anteriores resolveu o problema, os pais precisam fazer algo mais enérgico. ”Recomendo que pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o seu filho para o quarto. Olhe para ele e diga com voz firme ”você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi”  e deixe a criança sozinha. Quando a criança sair do quarto e aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido e que ela não fez anteriormente.  Isso pode acontecer varias vezes, mas a criança vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Brinquedos: “Apertar botões e ficar assistindo não é tudo...”

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite afirma que a Internet e os brinquedos eletrônicos modernos desestimulam a criatividade e prejudicam imaginação.

“Brinquedos ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas prejudicam o desenvolvimento infantil das crianças”. A afirmação é de Lidiane Leite, coordenadora pedagógica no colégio particular em São Paulo, Maria Montessori. De acordo com Lidiane Leite, a brincadeira é, de fato, a maior forma de aprendizado para crianças entre zero e seis anos. Menos brinquedos; mais foco e concentração “Proporcionar momentos lúdicos ajuda a criança a crescer de forma estruturada, divertida e confiante. Ter apenas brinquedos que piscam, giram e fazem tudo sozinhos dificulta o uso da imaginação e do pensamento analítico.

Acredito que quanto menos brinquedos a criança tiver melhor vai ser porque ela vai passar mais tempo com quantidade menor de objetos e, consequentemente, vai trabalhar muito mais o foco e a concentração”, ressalta. Lidiane Leite afirma que através do brincar, a criança experimenta situações, organiza suas emoções e processa informações. “Acredito que o brincar desenvolve muito mais que o brinquedo”.

Para a coordenadora Pedagógica, qualquer objeto pode virar brinquedo e entreter as crianças por horas. “Uma criança acostumada com brinquedos ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas terá dificuldades no seu desenvolvimento infantil. Ela talvez não vai ver em um rolo de papel higiênico uma possível luneta ou um canhão”. Apertar botão e assistir Lidiane faz referência aos brinquedos que enchem prateleiras do mercado especializado por está época. “Eles não estimulam a imaginação infantil. Pelo contrário, em muitos brinquedos as crianças não precisam fazer nada, apenas apertar um botão e o boneco pula, dança, acende luzes… E a criança só fica assistindo, sem qualquer interação”.

Segundo a coordenadora Lidiane Leite é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar desde pequena movimentos de mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha melhor habilidade para utilizar lápis”. Ela acredita que o trabalho com motricidade refinada proporciona à criança passar pelo processo de alfabetização com mais facilidade e desempenho o que a torna muito mais independente e evoluída”. Entretanto, o ato de brincar é muito mais do que um momento de descontração e divertimento para as crianças.

É indispensável à saúde física, emocional e intelectual. Internet pode ser perigosa Para a coordenadora, é muito importante dosar o uso dos aparelhos eletrônicos e da Internet para que as crianças tenham outras alternativas de lazer, como esporte, música e cultura. Ela contesta a crença de muitos pais de que seus filhos, estando em casa na frente do computador estão seguros. “Isso não é verdade. A Internet mal utilizada é perigosa. No entanto, proibir não é educar”. Ela recomenda: “Os pais devem conversar com com linguagem adequada e deixar claro que algumas pessoas não são confiáveis, mesmo no mundo virtual”.

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite, lembra ainda que para cada idade, existem tipos de brinquedos e brincadeiras especiais. O importante é observar a fase em que a criança está e quais habilidades está desenvolvendo, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível.  “Sugiro sempre olhar as informações além da indicação da faixa etária na embalagem, ou seja, logo depois de tirar o brinquedo da caixa: sacudir, balançar, ver se não tem nada caindo ou se tem partes pontiagudas ou que se soltam. Se o acesso das pilhas e baterias estão totalmente fechado com parafusos, também se a tinta dos brinquedos pode descascar futuramente. E sempre lavar e fazer uma revisão dos brinquedos” recomenda Lidiane. E a educadora conclui lembrando que “desenvolvimento não tem salto. Cabe aos educadores e pais trabalharem nas primeiras séries a motricidade criança”.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

POVO ALFABETIZADO NÃO PODE SER DOMINADO


Coordenadora Pedagógica Lidiane Leite explica que educação é coisa séria e é do interesse de todos.

De acordo com a coordenadora Lidiane Leite, é preciso transformar o Brasil num país de leitores. "Desde sempre nós fomos podados à educação, não é interessante governar para um povo consciente e capaz de pensar, refletir e agir por si mesmo, portanto quanto mais leigo ele for, mais fácil será manipulá-lo. Um povo educado é como um filho rebelde que não aceita injustiças, gritos, brutalidade ou humilhações em casa.", explica. "A educação representa a voz do povo, redefine caminhos, questiona a realidade e a transforma. Povo educado não aceita as falcatruas do governo, a corrupção dos altos escalões, a fome, a miséria.”, ressalta.

A coordenadora diz que não podemos construir um país forte e independente se seu povo não sabe ler nem escrever direito. “Como é que uma pessoa, principalmente uma criança, pode estudar se ela não sabe ler. O estudante está chegando nas universidades analfabetos, incapazes de entender o que lê. Toda criança precisa estudar, ler, obter educação para ter um propósito na vida, ser alguém, e não apenas estudar para tirar nota na prova e  ser aprovado na escola."

Segundo Lidiane o povo educado reclama, grita, interpreta a realidade, analisa a situação e propõe mudanças. Povo educado cobra atitudes das autoridades do governo. Entretanto, alguns alunos não fazem mais pesquisas, resumos e leituras. Dicionários, enciclopédias são trocados por sites na internet, que vários deles não possuem aprovação do MEC. Publicam informações totalmente erradas e sem fundamento científico.  A psicoterapeuta, lembra ainda que sem ler, sem livros, sem educação, a história é silenciosa, a literatura é muda, a ciência é paralítica e o pensamento não evolui. Educação é coisa séria e é do interesse de todos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O desfralde é um processo lento e demorado.

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite afirma que importante recompensar a criança após as noites “secas” e não dramatizar as noites “molhadas”.

Essa é uma situação passageira e que costuma durar até os cinco anos de idade. A afirmação é de Lidiane Leite, coordenadora pedagógica no colégio particular em São Paulo, Machado de Assis.

Para a coordenadora Pedagógica, toda criança que está aprendendo sobre as suas necessidades fisiológicas pode ter dificuldade para segurar a urina. ” O sistema nervoso dos bebês não estão totalmente preparados e amadurecidos.  O controle noturno costuma ocorrer por volta dos seis anos. Ou seja, fazer xixi na cama é normal. Em geral ocorre de duas a três vezes por semana, sendo que a frequência vai diminuindo gradualmente. É normal também ocorrerem escapes durante o dia até os 5 a 6 anos, durante uma gargalhada da criança, na prática de atividade esportiva, ou quando fica muito entretida brincando. Agora se a criança continuar fazendo xixi na cama após os 5 anos de idade, período em que ela já deveria possuir o controle, os papais e mamães devem ficar alertas e procurar ajuda de um especialista.

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite, lembra ainda que aprender a ir ao banheiro e evitar o vazamento do xixi na cama é um processo lento e demorado. ” Aos poucos as crianças vão aprender o processo de higienização da cama, o funcionamento do banheiro e a importância de fazer xixi no local correto, mas tudo tem seu tempo. Recomendo também aos pais que evitem levar seu filho para dormir com eles depois que a criança fizer xixi na cama, pois isso pode funcionar como uma recompensa e acabar por condicioná-lo da forma errada. Ele entenderá que toda vez que fizer xixi na cama poderá ir se deitar com os pais.”

Segundo a coordenadora Lidiane Leite, o desfralde costuma ser problemático para os responsáveis e estressante para as crianças. “Percebo que muitos pais acabam tratando o problema da maneira equivocada, por falta de conhecimento.  Sempre digo que a criança não tem culpa.  Ela não é “preguiçosa” ou “sem-vergonha”, e puni-la ou brigar com ela só a deixará mais angustiada com o problema.É importante que os pais evitem gritos, piadas e punições. Essas atitudes podem desencadear um sentimento de inferioridade e a diminuição da autoestima. Os pais precisam entender que elas não fazem de propósito.  O uso de fraldas também é desaconselhado, uma vez que pode ter um efeito humilhante para as crianças.  “