sábado, 18 de janeiro de 2020

Lidiane Leite está feliz com seu trabalho e com sua nova formação.


Estou muito feliz de estar formada, ter meu carimbo e dizer que hoje eu sou uma neuropsicopedagoga. Faço o meu trabalho com respeito, ternura e dentro dos princípios éticos da nossa profissão.

Concordo com o trecho do livro da Fátima Ap. Gonçalves, “Na infância contemporânea, a criança faz menor uso do seu corpo em explorações no espaço e na manipulação de objetos no seu entorno social. Em contrapartida a isto, os currículos escolares propõe o início da escrita bastão e cursiva cada vez mais cedo, normalmente em uma fase em que as crianças ainda não estão com a maturidade neuropsicomotora desenvolvida para tal”. 

Continuarei o meu trabalho com esses pilares:
RESPEITO e ÉTICA
TRANSPARÊNCIA  e AMOR
DEDICAÇÃO e COMPROMETIMENTO
PACIÊNCIA e POSITIVIDADE 
HONESTIDADE e PROFISSIONALISMO
COMPETÊNCIA e CREDIBILIDADE

sábado, 4 de janeiro de 2020

Neuropsicopedagoga Lidiane Lite termina o curso na UNIP


Parafraseando a frase do Stanislas Dehaene, “a neurociência deve ir para a sala de aula”, apesar de concordar com ele, acrescento nessa frase os consultórios dos profissionais da área da saúde também. Quem faz avaliação precisa estudar e saber como funciona o sistema nervoso e como ele processa e armazena as informações. Sem esse conhecimento, não é possível obter uma avaliação correta e realizar uma intervenção adequada e funcional.
            O grande segredo para o sucesso da nossa avaliação clinica na UNIP foi que estávamos preparadas, não ficamos presas na queixa e ficamos atentas aos sinais. Desta maneira, conseguimos descobrir as verdadeiras alterações e pudemos fazer intervenções no problema e não nos sintomas.
            A Neurocientista Adele Diamond fala nos congressos e nas revistas que: “Funções executivas cerebrais são habilidades essenciais para a saúde mental e física e para o desenvolvimento cognitivo, social e psicológico.” Segundo ela, as funções executivas ficam prejudicadas se a pessoa estiver estressada, triste, solitária, privada de sono, ou fora de forma.
            Nosso paciente era sozinho, sofria bullying, não dormia bem e não se alimentava direito. Mostramos para a família que essa realidade precisa mudar para que ele possa se desenvolver e crescer. Durante as férias recomendamos a família para continuar as intervenções estimulando ele através dos aplicativos do celular indicado por nós, fazer o tratamento da cabine, mudar de escola e melhorar essa rotina dele.           
            Termino feliz, realizada e com sentimento de missão cumprida. Não tem preço ver o sorriso do paciente e a felicidade da avó na última sessão. Não tenho palavras para descrever a minha alegria de acompanhar a evolução dele. Finalizo aqui dizendo: Eu amo o que faço e faço com amor, ética e ternura.