quinta-feira, 20 de julho de 2017

Brincadeira - Diga 3 palavras

Objetivo: Ampliar o vocabulário 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material. 

Descrição: Essa atividade é totalmente conduzida pelo professor. Todos os alunos deverão ficar no centro da sala, em círculo. Em seguida, o professor deve escolher um aluno para realizar a atividade. Todos deverão participar.  Cada aluno vai ter 1 minuto para dizer qual é a letra inicial do seu nome e dizer 3 palavras que ele conhece com essa mesma letra. Os demais alunos permanecem em silêncio para não atrapalhar a atividade e nem prejudicar o colega.  Caso ele não consiga lembrar, será eliminado. 

Instrução: Hoje vamos fazer uma roda. Todos vão participar. Quando vocês forem escolhidos devem dizer qual é a letra inicial do nome de vocês e depois falar 3 palavras que começam com essa mesma letra. Por exemplo, meu nome começa com a letra “L”, portanto minhas palavras são: laranja, limão e livros. Alguma dúvida? Entenderam? 

Variações dessa atividade: Quando os alunos tiverem confortáveis com esta atividade, você pode diversificar pedindo o som da letra inicial do nome deles, ao invés do nome da letra. Além disso, pode aumentar o número de palavras, ao invés da criança falar 3 palavras ela diz  5 palavras. 

Discussão: Vejam a letra “J” é o mesmo de “João” e “Jessica”, mas o som dessa letra é diferente, ou seja, uma letra tem um único nome e pode ter vários sons essa letra. Através desta atividade conhecemos novas palavras e relembramos outras. Que palavras novas vocês aprenderam hoje?

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O estudo do piano e o desenvolvimento da motricidade

O estudo de um instrumento musical, como o piano, desenvolve diversas habilidades na criança, desde um maior raciocínio lógico a um maior sentido de organização. Mas não são apenas habilidades intelectuais e sociais as favorecidas com as atividades musicais.
A motricidade, ou seja, o conjunto de funções nervosas e musculares que permite os movimentos voluntários ou automáticos do corpo, é extremamente beneficiada com o estudo de música desde a mais tenra idade.
O desenvolvimento psicomotor é fundamental para o crescimento do bebê e da criança. Como se sabe, nos primeiros anos de vida, grande parte da informação é obtida por meio das experiências que os pequenos têm com o próprio corpo.
O desenvolvimento da motricidade, portanto, é essencial para a interação da criança com o meio e acontece, por exemplo, quando ela se relaciona com objetos e usa ferramentas nas atividades diárias.
Seja pelo movimento, pelos estímulos ou pela interação com os objetos, com os outros e com o meio, a criança descobre, interpreta e compreende o mundo, ao mesmo tempo em que desenvolve suas capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais.
O estudo da música, nesse sentido, seja por meio da musicalização infantil ou do estudo dedicado a um instrumento musical, trabalha a motricidade e desenvolve na criança dois grandes aspectos:
1 – Motricidade grossa – relaciona-se com o controle corporal: postura, equilíbrio estático e dinâmico, deslocamentos e balanços;
2 – Motricidade refinada – relaciona-se com os movimentos que exigem maior precisão como coordenação olho-mão e destreza para manipular objetos. É a maneira como são usados braços, mãos e dedos de forma precisa, de acordo com a exigência da atividade.
Por meio do movimento e da dança ao som da música, assim como pela aprendizagem de um instrumento musical, a criança desenvolve a sua motricidade grossa e fina, respectivamente.

Como o piano pode estimular a motricidade?

Segundo a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada até mesmo antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar pequenos movimentos de mãos e dedos de forma que, futuramente, ela tenha melhor habilidade para utilizar o lápis, por exemplo”, diz a profissional.
“O trabalho com motricidade refinada proporciona à criança passar pelo processo de alfabetização com muito mais facilidade e melhor desempenho, e as torna muito mais independentes e evoluídas”, conclui.
O desenvolvimento dessa habilidade pode ser realizado, portanto, por meio do estudo do piano, atentando-se para a faixa etária da criança e a fase em que está em seu desenvolvimento, tanto psíquico quanto musical. Não são poucos os exemplos de exímios pianistas que iniciaram seus estudos ao instrumento já a partir dos 3 ou 4 anos de idade.
Estudos revelaram que, ao comparar cérebros de músicos e não músicos, os primeiros apresentam maior quantidade de massa cinzenta, em particular nas regiões responsáveis pela audição, pela visão e pelo controle motor.
Segundo Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (Estados Unidos), e Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), tocar um instrumento exige muito da audição e da motricidade fina e essa prática faz que o cérebro funcione “em rede”. Isso, obviamente, cria um maior número de sinapses e contribui para uma maior rapidez de raciocínio e reflexo a estímulos.
Por conta da necessidade de exercitar e desenvolver a motricidade refinada para tocar um instrumento musical, quem se dedica a essa atividade, geralmente, apresenta muito mais coordenação na mão não dominante do que outras pessoas. Isso facilita a realização de atividades em que essa prática é necessária, ou seja, em trabalhos que exijam precisão e controle, desde a simples digitação até práticas médicas como cirurgias.

http://blog.fritzdobbert.com.br/tudo-sobre-piano/o-estudo-do-piano-e-o-desenvolvimento-da-motricidade/

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Brincadeira - Qual é a palavra certa?

Objetivo: Trabalhar a sonoridade das palavras, desenvolvendo o principio alfabético. 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material.

Descrição: Essa atividade é totalmente conduzida pelo professor. Todos os alunos devem participar. O grupo faz uma roda. O professor escolhe um aluno. Em seguida, o professor vai dizer 4 palavras e perguntar para o aluno: Quais são as palavra que começam com a mesma silaba. O tempo para os alunos pensarem deve ser curto, a fim de estimularmos a memória de trabalho. 

Instrução: Nessa brincadeira eu vou dizer 3 palavras e a nossa tarefa é descobrir quais são as palavras que começa com a mesma sílaba. Por exemplo, se eu falo “sopa”, “moça”, “sofá” e “fita”, quais palavras começam com a mesma sílaba? O aluno deve dizer “sofá” e “sopa”. Todos compreenderam? Alguém tem dúvida?

Variações dessa atividade: Quando as crianças estiverem confortáveis nessa atividade, deixe-as tentar identifica palavras que tenham o mesmo fonema. Isso é bem difícil, pois força as crianças a desenvolverem a consciência fonêmica. 

Discussão: Com a atividade de hoje aprendemos que todas as palavras são feitas de pedaços que são as sílabas, e que muitas palavras usam a mesma silaba para começar uma palavra. Toda letra do nosso alfabeto tem um som. Devemos sempre prestar atenção no sons das letras antes de escrever. Não podemos confundir o nome da letra com o som que ela letra faz.   

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Jogos online para comemorar semana do meio ambiente

 


SEU FILHO FAZ XIXI NA CAMA?

O melhor caminho é observar as circunstâncias que podem estar desencadeando o fato e orientar o filho sobre como usar o banheiro, intervalos regulares para urinar, ingestão de líquidos etc.

“Percebo que muitos pais acabam tratando a adversidade de modo equivocado, por falta de conhecimento”, pontua a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, do colégio Machado de Assis, em São Paulo (SP). “Sempre digo que os filhos não têm culpa: não são ‘preguiçosos’ ou ‘sem-vergonha’. Puni-los ou brigar com eles só os deixarão mais angustiados e desencadear um sentimento de inferioridade e a diminuição da autoestima”. Para ela, a circunstância demanda mais amor, atenção, tolerância e ajuda para ser superada.

Reforço positivo

“Aos poucos, eles vão aprendendo o processo de higienização da cama, o funcionamento do toalete e a importância de urinar no local correto, mas tudo tem seu tempo”, ressalta. A profissional recomenda, portanto, que eles não sejam levados para dormir junto com adultos depois de constatado algum “escape” à noite. “Pois isso pode funcionar como uma recompensa, e acabar por condicioná-los de forma errada”. Falar sobre o assunto é o melhor caminho a ser adotado: como meio de enfatizar que eles estão crescendo e entrando em uma nova fase, na qual há uma série de eventos diferentes, os quais podem realizar por si próprios.

http://www.daquidali.com.br/vida-pratica/seu-filho-faz-xixi-na-cama-especialistas-contam-como-acabar-com-o-problema/

sábado, 27 de maio de 2017

Brincadeira - Caça letras

Objetivo: Reconhecer suas letras e organiza-las em ordem.

Materiais: Sulfite, lápis e tesoura, giz, apagador e lousa 

Descrição: Primeiramente o professor deve imprimir um alfabeto, recortar as letras e colocar em distintos espaços da sala. Depois escrever em letra bastão 5 palavras na lousa. Todos os alunos ao mesmo tempo devem procurar na sala as letras para formar as palavras que estão na lousa. Ganha quem achar as letras espalhadas. 

Instrução: Hoje vamos brincar de caça letras. Aqui na sala eu espalhei e escondi varias letras. Vocês vão ter 5 minutos para procurar as letras e colocar aqui na mesa para que possamos formar as palavras que estão na lousa. Ganha quem encontrar as letras. As palavras são: BOCA, CASA, PATO, SAPO, BOTO. Vamos começar? Procurem as letras.

Variações dessa atividade: Uma outra forma de você realizar essa atividade é trabalhar as palavras irregulares e que tenham silabas complexas. Além disso, você também pode escrever na lousa palavras trissílabas e polissílabas. 

Discussão: Essa brincadeira foi interessante pois através dela percebemos que uma palavra é feita de letras. Tem vogais, tem consoantes. Nós tivemos que achar todas as letras e depois organizar na ordem certa para que se formasse a palavra que estava na lousa. Portanto, podemos separar as palavras por sílabas e também por letras. E será que existe uma outra forma de separar a palavra?

segunda-feira, 8 de maio de 2017

10 ideias simples para montar um quarto montessoriano

Em um quarto montessoriano, os objetos, brinquedos e até cama devem estar ao alcance da criança

A filosofia de ensino criada pela italiana Maria Montessori vai além das salas de aula. “Ela valoriza todos os ambientes que incentivam experiências, descobertas e sensações”, explica Lidiane Leite, coordenadora pedagógica do Colégio Maria Montessori, em São Paulo. No quarto infantil ao estilo montessoriano, a ideia é enfatizar a estética lúdica, já que o aprendizado e a conquista de autonomia também se dão por meio de brincadeiras. Para estimular o desenvolvimento, tudo fica ao alcance da criança e ela fica livre para se locomover em um espaço que é seu.

Fontes: Edimara de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia e Lidiane Leite, coordenadora pedagógica do Colégio Maria Montessori, em São Paulo.

Sem berço
O objetivo é priorizar a liberdade com segurança. Um colchão no chão ou uma cama baixa permitem que a criança se movimente facilmente e explore o espaço. "Decidir se vai ficar na cama ou engatinhar, pegar ou não um objeto, ouvir e produzir sons: escolher é uma ação que deve ser vivida desde os primeiros meses de vida", afirma Edimara de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.
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Diversão fácil
Prateleiras acessíveis aos pequenos ou baldes plásticos coloridos podem organizar brinquedos e livros. A recomendação é que se faça rotação dos objetos oferecidos para que surjam novas descobertas. Até seis brinquedos diferentes por vez são suficientes.
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Piso fofinho
O tapete proporciona conforto e também funciona como mais um item para experiências sensoriais. O mais prático é montá-lo com placas de EVA, pois são simples de limpar, macias e estampadas em tons alegres.

Reflexo no espelho
Mais um item que estimula a curiosidade, o espelho deve ser fixado na altura da criança. Ela aprende a enxergar seu corpo e a se reconhecer. O melhor modelo, sem risco de quebrar e machucar, é o de acrílico com bordas arredondadas.
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Barra de apoio
Para os que ainda estão aprendendo a andar, a barra de apoio faz diferença. Há diversos modelos em lojas de construção ou é possível improvisar utilizando um varão firme de cortina bem preso à parede. Também dá para pendurar brinquedinhos na barra para a criança puxar.
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Gavetas para serem fuçadas
Assim que a molecada tiver condições de escolher as próprias roupas, as peças podem ficar em um local de acesso fácil, como uma cômoda baixinha ou até mesmo em estantes feitas de caixotes de madeira. Tudo é pensado para que os filhos aprendam a se virar sozinhos.
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Brinquedos reciclados
A garotada se diverte com coisas singelas, até mesmo panelas (ótimos tambores) e frascos inquebráveis (dão chocalhos incríveis). O que já existe em casa pode se transformar em brinquedo. Na decoração do quarto dos bebês, o enfeite da maternidade serve de quadro, dobraduras de papel ou bandeirolas de sobras de tecido compõem móbiles e adesivos recortados viram bichinhos na parede.

Sem excesso de decoração
Um ambiente adequado é tido como meio para incentivar o aprendizado. Mas isso não significa deixá-lo repleto de enfeites, cores e brinquedos. O excesso gera confusão. Privilegie base neutra na decoração e poucos móveis a fim de sobrar espaço para circulação e, sobretudo, para a imaginação.
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Se irmãos de idades diferentes compartilham o quarto, vale a pena buscar atender às etapas de desenvolvimento de cada um, distribuindo os itens e brinquedos em estantes que correspondam ao tamanho de cada.

Iluminação gostosa
Janelas que proporcionam doses generosas de luz e ventilação deixam o quarto mais acolhedor e saudável. E nada melhor para regular o sono das crianças do que ritmo da iluminação natural.

https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/10-ideias-simples-para-montar-um-quarto-montessoriano.htm