quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Brincadeira - Que letra sou?

Objetivo: Perceber e memorizar as letras 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material.

Descrição: O professor deve escolher um aluno, os demais alunos devem ficar em silêncio. O professor deve pedir que o aluno fique de costa e preste atenção em seus dedos.  O professor deverá desenhar uma letra nas costas do aluno bem devagar. Em seguida, o aluno precisa dizer para o professor e seus colegas que letra havia sentido. 

Instrução: Atividade de hoje iremos trabalhar o alfabeto de forma diferente. Vou desenhar uma letra nas costas de vocês. Todos devem respirar profundamente e sentir os movimentos de meu dedo. No final vocês devem me dizer qual foi a letra que vocês perceberam. 

Variações dessa atividade: Outra forma de realizar essa atividade é pedir que a criança desenhe a letra que ela sentiu e percebeu. Além disso, pode pedir que ela fale palavras com essa letra. 

Discussão: Hoje, podemos aprender as letras de forma sensorial, nós sentimos as letras, usamos nosso corpo, nossa pele, nosso tato, para tentar descobrir qual letra eu estava fazendo nas costas de vocês. Crianças que não conseguem enxergar usam muito tato, as pontas dos dedos para ler. Alguém já ouviu falar em leitura em Braile?

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

POVO ALFABETIZADO NÃO PODE SER DOMINADO


Coordenadora Pedagógica Lidiane Leite explica que educação é coisa séria e é do interesse de todos.

De acordo com a coordenadora Lidiane Leite, é preciso transformar o Brasil num país de leitores. "Desde sempre nós fomos podados à educação, não é interessante governar para um povo consciente e capaz de pensar, refletir e agir por si mesmo, portanto quanto mais leigo ele for, mais fácil será manipulá-lo. Um povo educado é como um filho rebelde que não aceita injustiças, gritos, brutalidade ou humilhações em casa.", explica. "A educação representa a voz do povo, redefine caminhos, questiona a realidade e a transforma. Povo educado não aceita as falcatruas do governo, a corrupção dos altos escalões, a fome, a miséria.”, ressalta.

A coordenadora diz que não podemos construir um país forte e independente se seu povo não sabe ler nem escrever direito. “Como é que uma pessoa, principalmente uma criança, pode estudar se ela não sabe ler. O estudante está chegando nas universidades analfabetos, incapazes de entender o que lê. Toda criança precisa estudar, ler, obter educação para ter um propósito na vida, ser alguém, e não apenas estudar para tirar nota na prova e  ser aprovado na escola."

Segundo Lidiane o povo educado reclama, grita, interpreta a realidade, analisa a situação e propõe mudanças. Povo educado cobra atitudes das autoridades do governo. Entretanto, alguns alunos não fazem mais pesquisas, resumos e leituras. Dicionários, enciclopédias são trocados por sites na internet, que vários deles não possuem aprovação do MEC. Publicam informações totalmente erradas e sem fundamento científico.  A psicoterapeuta, lembra ainda que sem ler, sem livros, sem educação, a história é silenciosa, a literatura é muda, a ciência é paralítica e o pensamento não evolui. Educação é coisa séria e é do interesse de todos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Brincadeira - Letras na lousa

Objetivo: Corresponder grafema com fonema 

Materiais: Lousa, giz e apagador. 

Descrição: O professor deve escrever em toda a lousa letras em bastão, números e formas geométricas. Todos os alunos devem participar da atividade. O professor deve escolher um aluno, os demais alunos devem ficar em silêncio. O professor deve fazer o som de uma letra e pedir que o aluno encontre essa letra e circule na lousa.  Assim, as crianças se envolvem buscando a letra, todos se divertem e dessa forma os alunos aprendem o alfabeto. 

Instrução: Nesta atividade eu vou escrever números, letras e figuras. Cada um de vocês vai ter que localizar uma letra aqui na lousa. Então prestem muita atenção nos movimentos da minha boca e o som que irei fazer para descobrir qual e a letra que estou falando. Em seguida, vocês devem achar ela aqui na lousa e fazer um circulo.  

Variações dessa atividade: Outra forma de realizar essa atividade é pedir que a criança depois de localizar a letra desenhe no sulfite figuras que começam com o mesmo som. Assim a criança vai trabalhar a sonoridade das palavras e desenvolver a consciência fonológica brincando. 

Discussão: Através dessa brincadeira podemos notar que cada letra a nossa boca se movimenta diferente. Isso ocorre porque cada letra tem um som. Tem letras que abrimos muito a boca, outras letras quando falamos deixamos nossa boca quase fechada. Nossa língua dentro da boca, também se movimenta dependendo da letra que falamos. Vejam como nossa boca se movimenta quando falamos a vogal “U”.  Agora reparem na boca quando vocês falam a vogal ‘I”.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O desfralde é um processo lento e demorado.

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite afirma que importante recompensar a criança após as noites “secas” e não dramatizar as noites “molhadas”.

Essa é uma situação passageira e que costuma durar até os cinco anos de idade. A afirmação é de Lidiane Leite, coordenadora pedagógica no colégio particular em São Paulo, Machado de Assis.

Para a coordenadora Pedagógica, toda criança que está aprendendo sobre as suas necessidades fisiológicas pode ter dificuldade para segurar a urina. ” O sistema nervoso dos bebês não estão totalmente preparados e amadurecidos.  O controle noturno costuma ocorrer por volta dos seis anos. Ou seja, fazer xixi na cama é normal. Em geral ocorre de duas a três vezes por semana, sendo que a frequência vai diminuindo gradualmente. É normal também ocorrerem escapes durante o dia até os 5 a 6 anos, durante uma gargalhada da criança, na prática de atividade esportiva, ou quando fica muito entretida brincando. Agora se a criança continuar fazendo xixi na cama após os 5 anos de idade, período em que ela já deveria possuir o controle, os papais e mamães devem ficar alertas e procurar ajuda de um especialista.

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite, lembra ainda que aprender a ir ao banheiro e evitar o vazamento do xixi na cama é um processo lento e demorado. ” Aos poucos as crianças vão aprender o processo de higienização da cama, o funcionamento do banheiro e a importância de fazer xixi no local correto, mas tudo tem seu tempo. Recomendo também aos pais que evitem levar seu filho para dormir com eles depois que a criança fizer xixi na cama, pois isso pode funcionar como uma recompensa e acabar por condicioná-lo da forma errada. Ele entenderá que toda vez que fizer xixi na cama poderá ir se deitar com os pais.”

Segundo a coordenadora Lidiane Leite, o desfralde costuma ser problemático para os responsáveis e estressante para as crianças. “Percebo que muitos pais acabam tratando o problema da maneira equivocada, por falta de conhecimento.  Sempre digo que a criança não tem culpa.  Ela não é “preguiçosa” ou “sem-vergonha”, e puni-la ou brigar com ela só a deixará mais angustiada com o problema.É importante que os pais evitem gritos, piadas e punições. Essas atitudes podem desencadear um sentimento de inferioridade e a diminuição da autoestima. Os pais precisam entender que elas não fazem de propósito.  O uso de fraldas também é desaconselhado, uma vez que pode ter um efeito humilhante para as crianças.  “

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Brincadeira - O que vem depois?

Objetivo: Trabalhar o alfabeto e a ordem das letras. 

Materiais: Giz, lousa e apagador 

Descrição: Nesta atividade, o professor escolhe um aluno para responder o desafio. Todos os alunos devem participar. O professor deve dizer em voz alta o som de uma letra e o aluno deve ouvir com atenção, identificar qual é a letra e escrever na lousa a letra que vem antes e a letra que vem depois no alfabeto.  

Instrução: Nesta atividade todos vocês vão participar. Vou dizer o som de uma letra e vocês devem prestar atenção, identificar qual letra tem esse som e escrever aqui na lousa a letra que vem antes e que vem depois no alfabeto. Todos entenderam? 

Variações dessa atividade: Você pode diversificar essa atividade mudando o som. Ao invés do professor fazer o som da letra, ele pode fazer o som do fonema. Dificultando a atividade. Para as crianças trabalhar os fonemas é mais difícil por isso deve alterar a forma só depois que elas já tiverem confortáveis com o som das letras. 

Discussão: A atividade hoje foi legal, porque podemos aprender a ordem das letras no alfabeto. Já sabemos que o alfabeto tem 26 letras. Tem vogais, tem consoantes e agora aprendemos que essas letras tem um lugar definido no alfabeto. As vogais e consoantes ficam misturadas. Dessa maneira, que organizamos o nosso alfabeto. Ele começa com a letra A e termina com que letra ? Quem sabe a última letra do alfabeto. 


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A música na Educação Infantil

As crianças que crescem em ambientes ricos musicalmente, tendem a desenvolver a aprendizagem e a comunicação mais rapidamente do que as outras crianças. Isso porque a música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral.

Fazer as crianças imitar com a boca, os sons dos objetos e do que está ao seu redor, faz com que ela tenha maior observação sobre o mundo em que vive e a desenvolver desde cedo a sensibilidade para a música. Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático.

A música é uma das mais eficazes formas de integrar as várias culturas, por ser uma linguagem universal. A música tem ainda, o dom de aproximar as pessoas. A criança que vive em contato com a música, aprende a conviver melhor com as outras crianças.

Os benefícios que a música traz para as crianças são: Melhoria do desenvolvimento cerebral; aumento das capacidades motoras; facilita o relacionamento entre pais e filhos; ajuda a compreensão dos conceitos matemáticos; contribui para o desenvolvimento da expressão pessoal; intensifica a auto-estima e confiança e melhora a capacidade da concentração e o poder da imaginação.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Brincadeira - Desafio dos sons

Objetivo: Trabalhar os sons das palavras, desenvolvendo a consciência silábica. 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material.

Descrição: Nessa atividade os alunos se organizam em uma fila. O primeiro da fila cochicha e sussurra no ouvido do amigo mais próximo duas palavras que rimam. Os demais alunos não podem escutar. Este faz o mesmo com o seguinte, tentando repetir a mesma rima, e assim por diante. O último da fila diz em voz alta as palavras que ele entendeu. 

Instrução: Hoje vamos fazer uma fila. O primeiro vai dizer bem baixinho, duas palavras que rimam. Por exemplo, “bola” e “cola”. O segundo da fila vai repetir o que escutou para o colega da frente. Até chegar no último.  A criança que estiver no último lugar na fila vai ter que me dizer o que entendeu. Por isso, prestem atenção, para não repetir palavra errada. Vamos começar.  

Variações dessa atividade: Você pode diversificar essa atividade solicitando os primeiros alunos a falarem palavras e depois até frases inteiras. Além disso, você pode pedir que o último aluno da fila escreva na lousa as palavras que ele escutou. 

Discussão: Essa atividade foi interessante porque podemos aprender a rimar e também porque tivemos que prestar muita atenção e ficar quietos para ouvir o colega. Utilizamos muito nessa atividade a audição. Todos tocam em suas orelhas. O som entra aqui. Então muitas vezes os nossos pais levam no médico para avaliar e verificar se estamos ouvindo corretamente. Alguém já fez exame na orelha? Alguém já foi no oftalmo?