sábado, 30 de setembro de 2017

Brincadeira - Ache os pares

 Objetivo: Identificar as palavras que começam com o mesmo som. 

Materiais: Giz, lousa e apagador. 

Descrição: Nesta atividade o professor vai escrever na lousa aleatoriamente várias palavras que começam com as vogais a, e, i, o, e u. Em seguida, o professor deve escolher um aluno e levá-lo para lousa. O professor deve pedir que o aluno identifique na lousa duas palavras escritas que começam com o mesmo som. Nesse momento, o professor contará 10 segundos e depois vai pedir ao aluno que apague as duas palavras que ele achou. Caso ele não consiga identificar está eliminado. A atividade termina quando todos participarem. 

Instrução: Hoje todos vocês vão brincar. Um por um vai vir aqui na lousa encontrar duas palavras escritas que começam com o mesmo som.  Por exemplo, abacate e anel. As duas começam com o som da letra a, então eu apago essas duas palavras com este apagador. Todos entenderam??? 

Variações dessa atividade: Uma outra forma de você realizar essa atividade é trabalhar as palavras que começam com as consoantes V/F,  P/B  e por fim T/D. Desta maneira, você vai estar trabalhando as habilidades auditivas das crianças e perceber se elas conseguem discriminar e diferenciar os sons. 

Discussão: Nesta atividade podemos perceber e notar que as palavras têm sons. Algumas palavras começam com o mesmo som. E tem outras palavras que começam com sons diferentes. Qual de vocês pode dar um exemplo de duas palavras que começam com o mesmo som?

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

BRINCAR DESENVOLVE MUITO MAIS QUE UM BRINQUEDO

 Coordenadora Pedagógica Lidiane  Leite explica que brinquedos  ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas prejudicam o  desenvolvimento infantil das crianças.

De acordo com a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, a brincadeira é, de fato, a maior forma de aprendizado para crianças entre os zero e seis anos. “Proporcionar momentos lúdicos ajudam a criança a crescer de forma estruturada, divertida e confiante. Ter apenas brinquedos que piscam, giram e fazem tudo sozinhos dificulta o uso da imaginação e do pensamento analítico. Acredito que quanto menos brinquedos a criança tiver melhor vai ser porque ela vai passar mais tempo com uma quantidade menor de objetos e, consequentemente, vai trabalhar muito mais o foco e a concentração. ”, ressalta.

A coordenadora Lidiane Leite diz que através do brincar, a criança experimenta situações, organiza suas emoções e processa informações.  ”Acredito que o brincar desenvolve muito mais que o brinquedo, ou seja, qualquer objeto pode virar brinquedo e entreter as crianças por horas. Uma criança  acostumada com brinquedos ligados a personagens televisivos ou movidos a pilhas terão dificuldades no seu  desenvolvimento infantil. Elas talvez não vão ver em um rolo de papel higiênico uma possível luneta ou um canhão. Em muitos brinquedos as crianças não precisam fazer nada, apenas apertar um botão e o boneco pula, dança, acende luzes… E a criança só fica, assistindo, sem qualquer interação.“

Segundo a coordenadora Lidiane Leite é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar desde pequena movimentos de mãos e dedos de forma que futuramente ela tenha melhor habilidade para utilizar lápis. Acredito que o trabalho com motricidade refinada proporciona à criança, passar pelo processo de alfabetização com muito mais facilidade e desempenho e torna elas muito mais independentes e evoluídas. Entretanto, o ato de brincar é muito mais do que um momento de descontração e divertimento para as crianças. Ele é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança.

Para a coordenadora, é muito importante dosar o uso dos aparelhos eletrônicos e da Internet para que as crianças tenham outras alternativas de lazer, como esporte, música e cultura.“ Muitos pais acreditam que seus filhos, estando em casa, na frente do computador, estão seguros. Mas isso não é verdade. A Internet mal usada é perigosa. Entretanto, proibir não é educar.  Os pais devem conversar com seus filhos, com uma linguagem adequada que algumas pessoas não são confiáveis, mesmo no mundo virtual."

A coordenadora pedagógica Lidiane Leite, lembra ainda que para cada idade, existem tipos de brinquedos e brincadeiras especiais. O importante é observar a fase em que a criança está e quais habilidades ela está desenvolvendo, até para aproveitar o brinquedo da melhor maneira possível. Sugiro sempre olhar as informações além da indicação da faixa etária na embalagem, ou seja, logo depois de tirar o brinquedo da caixa: sacudir, balançar, ver se não tem nada caindo ou se tem partes pontiagudas ou que se soltam. Se  o acesso das pilhas e baterias estão totalmente fechado com parafusos, também se a tinta dos brinquedos não podem descascar futuramente e sempre lavar e fazer uma revisão dos brinquedos.

http://blogjornaldamulher.blogspot.com.br/2016/10/brincar-desenvolve-muito-mais-que-um.html

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Brincadeira - Trio de Rimas

Objetivo: Desenvolver consciência fonológica 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material. 

Descrição: O professor será responsável para escolher três palavras e orientar os alunos a dizerem qual palavra não termina com o mesmo som. Essa atividade é totalmente conduzida pelo professor. Ao falar as palavras, o tempo para os alunos pensarem e responderem deve ser curto, a fim de estimularmos a memória de trabalho. 

Instrução: Nessa brincadeira eu vou dizer 3 palavras e a nossa tarefa é descobrir qual palavra não termina com o mesmo som. Por exemplo, se eu falar osso, pescoço e óculos e perguntar: qual palavra não termina com o mesmo som? teremos que responder óculos. 

Variações dessa atividade: Você pode diversificar essa atividade mudando as rimas e aumentando para 4 palavras. Exemplo: bola, cola, mola e bota. 

Discussão: Olha só que brincadeira interessante! Vocês viram como é importante estarmos atentos ao som das palavras? Precisamos prestar bastante atenção, pois a língua não tem apenas significado e mensagem, ela também tem uma forma física. Por meio dessa brincadeira, notamos que tem palavras com sons semelhantes e diferentes e que qualquer palavra escolhida pode ser rimada. 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Nove dicas para ter mais autoridade com seu filho

Especialista explica a importância e ensinar pelo diálogo ao invés da punição
Quando o assunto é a educação dos pequenos, todos ficam em dúvida. Pior: ao presenciarem um ato de desobediência, a raiva é instantânea e os gritos são a primeira reação. Entretanto, é possível ensinar e educar sem punir. “As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. Quando você pede, diz e deixa a distância emocional fazer o trabalho, as crianças rapidamente aprenderão que quando os pais pedirem que eles façam algo – ou que parem de fazer algo – eles não tem alternativa a não ser fazer o que os pais estão pedindo”, afirma Lidiane Leite, pedagoga de São Paulo (SP).
De acordo com a especialista, a chave é não confundir autoridade com autoritarismo para obter o respeito das crianças. “Os pais devem dialogar com o filho sempre que ele tiver uma atitude inadequada e mostrar porque aquele comportamento não foi bacana. Os pais, portanto, terão que ter paciência e explicar o que pode e o que não pode várias vezes – e sempre cobrar o comportamento que se espera que as crianças tenham”, explica. Para se ter uma ideia, as crianças que são punidas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. Diante disso, as crianças precisam de regras claras, objetivas colocadas com segurança, com amor e no momento certo. Lidiane Leite recomenda nove instruções para lidar melhor com as crianças. Veja abaixo!
  1. Estabeleça regras e faça os combinados claros.
  2. Mostre que tudo na vida têm consequências.
  3. Converse com seu filho, explique o porquê do não.
  4. Reforce o bom comportamento.
  5. Seja firme e carinhoso ao mesmo tempo.
  6. Aguente a frustração e choro dos seus filhos.
  7. Peça uma vez só e não se explique demais.
  8. Não dê mais de um aviso e não adule e nem suborne.
  9. Não grite, ameace e nem puna.
http://www.revistapenseleve.com.br/bem-estar-destaque/nove-dicas-para-ter-mais-autoridade-com-seu-filho/

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Brincadeira - Diga 3 palavras

Objetivo: Ampliar o vocabulário 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material. 

Descrição: Essa atividade é totalmente conduzida pelo professor. Todos os alunos deverão ficar no centro da sala, em círculo. Em seguida, o professor deve escolher um aluno para realizar a atividade. Todos deverão participar.  Cada aluno vai ter 1 minuto para dizer qual é a letra inicial do seu nome e dizer 3 palavras que ele conhece com essa mesma letra. Os demais alunos permanecem em silêncio para não atrapalhar a atividade e nem prejudicar o colega.  Caso ele não consiga lembrar, será eliminado. 

Instrução: Hoje vamos fazer uma roda. Todos vão participar. Quando vocês forem escolhidos devem dizer qual é a letra inicial do nome de vocês e depois falar 3 palavras que começam com essa mesma letra. Por exemplo, meu nome começa com a letra “L”, portanto minhas palavras são: laranja, limão e livros. Alguma dúvida? Entenderam? 

Variações dessa atividade: Quando os alunos tiverem confortáveis com esta atividade, você pode diversificar pedindo o som da letra inicial do nome deles, ao invés do nome da letra. Além disso, pode aumentar o número de palavras, ao invés da criança falar 3 palavras ela diz  5 palavras. 

Discussão: Vejam a letra “J” é o mesmo de “João” e “Jessica”, mas o som dessa letra é diferente, ou seja, uma letra tem um único nome e pode ter vários sons essa letra. Através desta atividade conhecemos novas palavras e relembramos outras. Que palavras novas vocês aprenderam hoje?

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O estudo do piano e o desenvolvimento da motricidade

O estudo de um instrumento musical, como o piano, desenvolve diversas habilidades na criança, desde um maior raciocínio lógico a um maior sentido de organização. Mas não são apenas habilidades intelectuais e sociais as favorecidas com as atividades musicais.
A motricidade, ou seja, o conjunto de funções nervosas e musculares que permite os movimentos voluntários ou automáticos do corpo, é extremamente beneficiada com o estudo de música desde a mais tenra idade.
O desenvolvimento psicomotor é fundamental para o crescimento do bebê e da criança. Como se sabe, nos primeiros anos de vida, grande parte da informação é obtida por meio das experiências que os pequenos têm com o próprio corpo.
O desenvolvimento da motricidade, portanto, é essencial para a interação da criança com o meio e acontece, por exemplo, quando ela se relaciona com objetos e usa ferramentas nas atividades diárias.
Seja pelo movimento, pelos estímulos ou pela interação com os objetos, com os outros e com o meio, a criança descobre, interpreta e compreende o mundo, ao mesmo tempo em que desenvolve suas capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais.
O estudo da música, nesse sentido, seja por meio da musicalização infantil ou do estudo dedicado a um instrumento musical, trabalha a motricidade e desenvolve na criança dois grandes aspectos:
1 – Motricidade grossa – relaciona-se com o controle corporal: postura, equilíbrio estático e dinâmico, deslocamentos e balanços;
2 – Motricidade refinada – relaciona-se com os movimentos que exigem maior precisão como coordenação olho-mão e destreza para manipular objetos. É a maneira como são usados braços, mãos e dedos de forma precisa, de acordo com a exigência da atividade.
Por meio do movimento e da dança ao som da música, assim como pela aprendizagem de um instrumento musical, a criança desenvolve a sua motricidade grossa e fina, respectivamente.

Como o piano pode estimular a motricidade?

Segundo a coordenadora pedagógica Lidiane Leite, é muito positivo para a criança o trabalho com a motricidade refinada até mesmo antes de iniciar o processo de alfabetização. “A criança deve ser estimulada a realizar pequenos movimentos de mãos e dedos de forma que, futuramente, ela tenha melhor habilidade para utilizar o lápis, por exemplo”, diz a profissional.
“O trabalho com motricidade refinada proporciona à criança passar pelo processo de alfabetização com muito mais facilidade e melhor desempenho, e as torna muito mais independentes e evoluídas”, conclui.
O desenvolvimento dessa habilidade pode ser realizado, portanto, por meio do estudo do piano, atentando-se para a faixa etária da criança e a fase em que está em seu desenvolvimento, tanto psíquico quanto musical. Não são poucos os exemplos de exímios pianistas que iniciaram seus estudos ao instrumento já a partir dos 3 ou 4 anos de idade.
Estudos revelaram que, ao comparar cérebros de músicos e não músicos, os primeiros apresentam maior quantidade de massa cinzenta, em particular nas regiões responsáveis pela audição, pela visão e pelo controle motor.
Segundo Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (Estados Unidos), e Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), tocar um instrumento exige muito da audição e da motricidade fina e essa prática faz que o cérebro funcione “em rede”. Isso, obviamente, cria um maior número de sinapses e contribui para uma maior rapidez de raciocínio e reflexo a estímulos.
Por conta da necessidade de exercitar e desenvolver a motricidade refinada para tocar um instrumento musical, quem se dedica a essa atividade, geralmente, apresenta muito mais coordenação na mão não dominante do que outras pessoas. Isso facilita a realização de atividades em que essa prática é necessária, ou seja, em trabalhos que exijam precisão e controle, desde a simples digitação até práticas médicas como cirurgias.

http://blog.fritzdobbert.com.br/tudo-sobre-piano/o-estudo-do-piano-e-o-desenvolvimento-da-motricidade/

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Brincadeira - Qual é a palavra certa?

Objetivo: Trabalhar a sonoridade das palavras, desenvolvendo o principio alfabético. 

Materiais: Essa atividade não necessita de nenhum material.

Descrição: Essa atividade é totalmente conduzida pelo professor. Todos os alunos devem participar. O grupo faz uma roda. O professor escolhe um aluno. Em seguida, o professor vai dizer 4 palavras e perguntar para o aluno: Quais são as palavra que começam com a mesma silaba. O tempo para os alunos pensarem deve ser curto, a fim de estimularmos a memória de trabalho. 

Instrução: Nessa brincadeira eu vou dizer 3 palavras e a nossa tarefa é descobrir quais são as palavras que começa com a mesma sílaba. Por exemplo, se eu falo “sopa”, “moça”, “sofá” e “fita”, quais palavras começam com a mesma sílaba? O aluno deve dizer “sofá” e “sopa”. Todos compreenderam? Alguém tem dúvida?

Variações dessa atividade: Quando as crianças estiverem confortáveis nessa atividade, deixe-as tentar identifica palavras que tenham o mesmo fonema. Isso é bem difícil, pois força as crianças a desenvolverem a consciência fonêmica. 

Discussão: Com a atividade de hoje aprendemos que todas as palavras são feitas de pedaços que são as sílabas, e que muitas palavras usam a mesma silaba para começar uma palavra. Toda letra do nosso alfabeto tem um som. Devemos sempre prestar atenção no sons das letras antes de escrever. Não podemos confundir o nome da letra com o som que ela letra faz.